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Segurança de Processos · Prevenção de Acidentes Maiores

Prevenção de acidentes maiores e segurança de processos

A PSM Expert existe para uma finalidade clara: prevenir acidentes maiores, o evento de baixa probabilidade e altíssima consequência que uma indústria de processo pode sofrer, como um incêndio, uma explosão ou a liberação de uma substância tóxica. É o tipo de acidente que não fere uma única pessoa, e sim pode tirar várias vidas de uma vez, atingir comunidades, meio ambiente e comprometer a própria existência da empresa.

Prevenir esse acidente protege, ao mesmo tempo, quatro coisas que nenhuma organização pode perder: as vidas de quem trabalha e de quem vive ao redor, o meio ambiente, o resultado financeiro, ativos e a reputação construída ao longo de anos. Toda a nossa atuação, das análises técnicas pontuais à gestão completa de um programa de segurança, serve a essa ordem lógica: gerenciar os riscos adequadamente, para prevenir acidentes indesejados de qualquer natureza.

O problema

O acidente maior exige uma abordagem diferente

Segurança do trabalho e segurança de processos tratam de riscos diferentes. A segurança do trabalho cuida do acidente individual e frequente (a queda, o corte, o choque), e é indispensável. A segurança de processos cuida do acidente raro e catastrófico, o chamado acidente maior ou acidente ampliado, aquele que ultrapassa os muros da planta e atinge pessoas, comunidade e ambiente ao mesmo tempo. Uma planta pode ter excelentes índices de segurança do trabalho e, ainda assim, estar a um desvio de processo de uma tragédia.

Internacionalmente este é um desafio conduzido com muito rigor e método, através de órgãos que emitem guias e referências, apoiando organizações nas melhores práticas de gestão e análise para prevenir perdas.

Um dos modelos mais reconhecidos é o do RBPS, que apresentamos neste artigo específico mais dedicado ao tema.

A solução

Como uma estrutura de segurança de processos protege a sua operação

Prevenir um acidente maior não é fazer um estudo e arquivá-lo. É manter uma estrutura viva de segurança de processos, que funciona como um sistema de gestão: identifica os perigos do processo, entende como cada um poderia evoluir para um acidente, define barreiras de proteção para cada cenário e garante que essas barreiras continuem íntegras e confiáveis ao longo do tempo.

Essa estrutura apoia a organização em três frentes. Primeiro, ela dá visibilidade: a direção passa a saber quais são os cenários que realmente podem causar uma catástrofe, e não apenas uma lista genérica de riscos. Segundo, ela prioriza o investimento: o recurso vai para as barreiras que protegem contra os piores cenários, com base técnica. Terceiro, ela cria aprendizado: cada quase acidente, cada mudança de projeto e cada investigação retroalimenta o sistema, de modo que a planta fica mais segura a cada ciclo. Esse conjunto de práticas é o que se chama de Sistema de Gestão de PSM, o Gerenciamento da Segurança de Processos.

O be-a-bá da análise de riscos

Do primeiro perigo identificado à modelagem da consequência

A análise de riscos de processo segue uma progressão lógica. Cada etapa responde a uma pergunta diferente, e as ferramentas mais avançadas só fazem sentido depois que as anteriores foram feitas. Tudo isso, do primeiro brainstorming à simulação mais sofisticada, é peça de um mesmo quebra-cabeça, o PSM.

1

Identificar o que pode dar errado

HAZID · What-if · Checklist

Antes de qualquer cálculo, é preciso levantar os perigos: onde há energia acumulada, inflamável ou substância tóxica, e o que poderia liberá-los. É a etapa do HAZID e das técnicas What-if e checklist, o brainstorming estruturado que abre a análise.

2

Estruturar os desvios do processo

HAZOP · PHA

Com os perigos mapeados, o HAZOP examina de forma sistemática cada desvio de processo (mais vazão, menos pressão, temperatura alta) e conecta causa, consequência e salvaguarda, desvio por desvio.

3

Verificar se as proteções bastam

LOPA

A LOPA pega os cenários mais críticos do HAZOP e mede, camada por camada, se as proteções existentes reduzem o risco ao nível tolerável, ou se falta uma barreira independente.

4

Definir a integridade das barreiras

SIL · SIF · SIS

Quando a barreira é um intertravamento de segurança, é preciso definir e comprovar o nível de integridade (SIL) que essa função instrumentada precisa ter para ser realmente confiável.

5

Comunicar e gerir as barreiras

Bow-Tie

O diagrama Bow-Tie reúne causas, evento topo, consequências e barreiras em uma única imagem, e transforma a análise em algo que a operação inteira entende e consegue gerenciar no dia a dia.

6

Quantificar e modelar a consequência

AQR · EAR · Dispersão · CFD

Quando é preciso saber a distância que o gás tóxico alcança, o poder de uma explosão ou o risco individual e social para a vizinhança, entram a análise quantitativa (AQR/EAR) e a modelagem de consequências, até a simulação em CFD.

Repare na direção: começa simples e barato (uma reunião de HAZID) e evolui para o sofisticado (uma simulação em CFD) apenas quando o cenário justifica. E nada disso é um fim em si mesmo. Cada estudo alimenta o gerenciamento maior, o PSM, que garante que as barreiras identificadas sejam de fato implementadas, testadas e mantidas. Fazer um AQR e não ter um bom sistema de gestão de PSM é medir o risco sem gerenciá-lo.

Nossos serviços

Serviços de análise de risco e segurança de processos

Atuamos em todos os níveis de maturidade, da análise técnica pontual exigida por um regulador à implementação e gestão de um programa PSM completo. Os serviços abaixo seguem a mesma progressão: da identificação do perigo à gestão do programa.

Identificação e análise de perigos

Camadas de proteção e integridade de barreiras

Quantificação e modelagem de consequências

Programas e gestão (o guarda-chuva PSM)

Nova energia

Recursos e capacitação

Não sabe por onde começar?

A escolha do estudo depende do contexto, do estágio do processo e do regulador aplicável. Diga com qual situação você mais se identifica. Orientamos gratuitamente na primeira conversa.

Quero identificar os perigos da minha instalaçãoO órgão ambiental exigiu o EAR (Estudo de Análise de Riscos) para a licençaPreciso fazer o HAZOP para o licenciamento ambientalPreciso elaborar o PGR e o PAEQuero saber se as minhas proteções atuais são suficientesQuero estruturar um programa de segurança de processos (PSM)

Perguntas frequentes

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