// PSM Expert — Página Modelagens e Estudos Avançados de Risco (subpágina de QRA) // 5 blocos: AQR → CFD → Simulações → EAR → Facility Siting. Cada bloco: imagem + card + FAQ accordion. const BLOCKS = [ { id: "aqr", icon: "bar-chart", img: "img/modelagens/aqr.png", alt: "Curvas de isorrisco sobrepostas a um parque de tancagem — Análise Quantitativa de Riscos", cap: "Curvas de isorrisco sobre parque de tancagem (AQR / QRA).", t: "AQR — Análise Quantitativa de Riscos", norms: ["ISO 31010", "API 581", "CCPS"], text: "Análises Quantitativas de Riscos — avaliação de consequências e vulnerabilidades.", faqs: [ { q: "O que é a AQR e para que serve?", a: "A Análise Quantitativa de Riscos (AQR ou QRA — Quantitative Risk Assessment) combina a probabilidade de ocorrência de cenários de acidente com a magnitude de suas consequências, resultando em uma estimativa numérica de risco — expressa em risco individual (fatalidade/ano) ou risco social (curvas FN). Vai além da análise qualitativa: ao quantificar o risco, permite decisões embasadas sobre o nível de proteção necessário, a viabilidade de projetos e o atendimento a critérios regulatórios." }, { q: "Quando a AQR é obrigatória ou recomendada?", a: "A AQR é exigida por órgãos ambientais (CETESB, IBAMA, INEA, FEPAM, entre outros) para instalações que manipulam substâncias perigosas em quantidades acima dos limiares definidos — refinarias, terminais de GNL, plantas petroquímicas, dutos de alta pressão. É também recomendada nos processos de licenciamento ambiental (EIA/RIMA, EAR/PGR) e em decisões de siting, ou seja, posicionamento de edificações em relação a fontes de risco." }, { q: "O que é entregue ao final do estudo?", a: "O relatório de AQR inclui: inventário de substâncias e cenários de acidente; frequências de ocorrência; modelagem de consequências (dispersão, explosão, incêndio); cálculo de risco individual e social; mapeamento de curvas de isorrisco; análise de tolerabilidade de risco conforme o critério do contratante ou do regulador; e recomendações priorizadas de redução de risco." }, { q: "Quais setores mais utilizam a AQR?", a: "Petróleo & Gás, Petroquímica, Refino, Terminais de GNL e GPL, Dutos de Transporte, Fertilizantes e Químicos, Farmacêutica, Mineração (barragens e armazenamento de reagentes) e Geração de Energia. Qualquer instalação com substâncias inflamáveis, explosivas ou tóxicas acima de limiares regulatórios é candidata a um estudo de AQR." }, ], }, { id: "cfd", icon: "layers", img: "img/modelagens/cfd.png", alt: "Simulação CFD — campo de temperatura tridimensional em domínio com malha", cap: "Simulação CFD — campo de temperatura 3D com malha e linhas de fluxo.", t: "CFD — Computational Fluid Dynamics", norms: ["CFD", "Validação UPC Barcelona"], text: "Modelagem matemática de consequências, incluindo simulações por CFD.", faqs: [ { q: "O que diferencia o CFD dos modelos analíticos convencionais?", a: "Os modelos analíticos (como PHAST ou os métodos do TNO) utilizam simplificações de terreno plano, campo livre e condições atmosféricas uniformes — adequados para triagens e estudos padronizados. O CFD resolve numericamente as equações de transporte de massa, quantidade de movimento e energia em um domínio tridimensional real, capturando efeitos de obstruções, confinamento, ventos locais, topografia e complexidade geométrica que os métodos simplificados não conseguem representar." }, { q: "Em quais situações o CFD é indicado?", a: "O CFD é indicado quando: o cenário ocorre em ambiente confinado ou semi-confinado (interiores de plantas, diques, vales); há obstáculos que alteram a dispersão ou amplificam a sobrepressão de explosão; o Facility Siting envolve geometria complexa de edificações; a modelagem de incêndios em espaços fechados exige análise de fumaça e temperatura; ou quando os métodos simplificados resultam em dados inconclusivos para uma decisão regulatória ou de projeto." }, { q: "Qual o resultado de uma simulação CFD?", a: "A simulação CFD produz campos vetoriais e escalares tridimensionais ao longo do tempo: concentração de gás, temperatura, velocidade de chama, sobrepressão de explosão e fluxo de calor — visualizados em animações 2D e 3D, planos de corte e isossuperfícies. Os resultados são integrados ao relatório de QRA ou EAR, com mapas de consequências e zonas de dano exportáveis para SIG e documentação técnica." }, { q: "Qual é a formação técnica da equipe em CFD?", a: "Nossa equipe possui treinamento especializado em CFD aplicado à segurança de processos pela Universitat Politècnica de Catalunya (UPC Barcelona), com experiência prática em softwares como ANSYS Fluent, OpenFOAM e ferramentas específicas para segurança industrial. Combinamos rigor acadêmico com aplicação industrial, garantindo que os resultados sejam aceitos em estudos regulatórios." }, ], }, { id: "simulacoes", icon: "activity", img: "img/modelagens/simulacoes.png", alt: "Software de modelagem de incêndio — jet fire e contorno de radiação incidente sobre refinaria", cap: "Modelagem de jet fire com contorno de radiação incidente sobre a planta.", t: "Simulações e Modelagem", sub: "Descargas, dispersão, incêndios, explosões e efeitos tóxicos.", norms: ["CETESB P4.261", "API 752", "CCPS"], text: "Simulações computacionais em 2D e 3D para determinação de vulnerabilidades, posicionamento e determinação de detecção e atendimento a emergências.", faqs: [ { q: "Quais tipos de acidente são modelados?", a: "Modelamos os principais tipos de acidente em instalações industriais: dispersão de gás ou vapor tóxico ou inflamável (nuvem tóxica, nuvem inflamável), incêndio de poça (pool fire), incêndio por jato pressurizado (jet fire), bola de fogo (fireball/BLEVE), explosão de nuvem de vapor confinada ou em campo livre (VCE/UVCE), flash fire e efeitos de dominó entre equipamentos. A seleção dos cenários parte do inventário de substâncias, das condições operacionais e dos resultados da análise qualitativa de riscos (HAZOP, HAZID)." }, { q: "Como os resultados são apresentados?", a: "Os resultados são entregues como mapas de vulnerabilidade em 2D e 3D sobrepostos à planta da instalação — com distâncias de efeito para os limites de dano definidos (IDLH, LEL, ERPG, zonas de radiação térmica e sobrepressão). São incluídas tabelas de distâncias de segurança, análise de sensibilidade a parâmetros atmosféricos e recomendações de layout, detecção e resposta a emergências." }, { q: "Como essas simulações se integram ao PAE e ao PGR?", a: "As distâncias e zonas de efeito calculadas alimentam diretamente o Plano de Atendimento a Emergências (PAE) — definindo zonas de alerta e evacuação, posicionamento de recursos de combate a incêndio e critérios de acionamento do plano. No PGR, as simulações fundamentam a avaliação de risco quantitativa exigida por reguladores estaduais e federais, compondo o Estudo de Análise de Risco (EAR) e seus anexos técnicos." }, { q: "Quais softwares são utilizados?", a: "Utilizamos plataformas consolidadas no mercado global de segurança de processos: PHAST e SAFETI (DNV), ALOHA (EPA/NOAA) e ferramentas de CFD para cenários complexos. A escolha da ferramenta segue os requisitos do estudo, o tipo de cenário e as exigências do regulador — garantindo que os resultados sejam aceitos pelos órgãos de licenciamento." }, ], }, { id: "ear", icon: "file-shield", img: "img/modelagens/ear.png", alt: "Curvas de sobrepressão de explosão sobre imagem aérea da instalação — Estudo de Análise de Riscos", cap: "Curvas de sobrepressão sobre a área da instalação (EAR).", t: "EAR — Estudo de Análise de Riscos", norms: ["CETESB P4.261", "CEPRAM", "IBAMA"], text: "Elaborado conforme exigência dos órgãos ambientais, incluindo atendimento às diretrizes EAR / PGR (P4.261 – CETESB) e CEPRAM, entre outras.", faqs: [ { q: "O que é o EAR e quando é exigido?", a: "O Estudo de Análise de Risco (EAR) é um documento técnico exigido no licenciamento ambiental de empreendimentos que manipulam substâncias perigosas acima de quantidades limiares. Em São Paulo, segue as diretrizes da CETESB P4.261; em outros estados é exigido por INEA, FEAM, FEPAM, SEMA e CEPRAM, entre outros. O EAR demonstra que o risco de acidente sobre trabalhadores, população e meio ambiente é tolerável e que medidas de controle adequadas estão implantadas." }, { q: "Quais órgãos exigem o EAR?", a: "Os principais órgãos licenciadores são: CETESB (SP) — P4.261 e P4.262; IBAMA — empreendimentos com licenciamento federal; INEA (RJ); FEAM (MG); FEPAM (RS); SEMA (PR, MT); e CEPRAM (BA). A PSM Expert conhece os requisitos de cada regulador e adapta o escopo e o formato do estudo à autoridade competente." }, { q: "O que está incluído no escopo do EAR?", a: "O EAR inclui: descrição do empreendimento e dos processos; inventário de substâncias perigosas com propriedades físico-químicas e toxicológicas; identificação de perigos (HAZID ou APR); seleção e modelagem dos cenários de acidente representativos; estimativa de frequências e consequências; avaliação de risco qualitativa ou quantitativa conforme exigência; análise de vulnerabilidade de áreas adjacentes; e plano de ação com medidas preventivas, mitigadoras e de resposta a emergências." }, { q: "Como o EAR se relaciona com o PGR e o PAE?", a: "O EAR, o Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR) e o Plano de Atendimento a Emergências (PAE) formam um conjunto integrado de instrumentos de gestão de riscos. O EAR identifica e avalia os riscos; o PGR define as medidas de controle para mantê-los toleráveis; o PAE estabelece os procedimentos de resposta quando um acidente ocorrer. A PSM Expert elabora os três documentos de forma integrada, garantindo consistência técnica entre os estudos e eficiência no processo de aprovação." }, ], }, { id: "facility-siting", icon: "building", img: "img/modelagens/facility-siting.png", alt: "Diagrama de Facility Siting — zonas de sobrepressão, radiação térmica e dispersão tóxica sobre o layout da planta", cap: "Zonas de risco (sobrepressão, radiação e dispersão) sobre o layout e a ocupação das edificações.", t: "Facility Siting — Estudo de Posicionamento", norms: ["API 752", "API 753", "CCPS"], text: "Avaliação do posicionamento de edificações e áreas ocupadas em relação às fontes de risco — risco individual por posição e recomendações de layout.", faqs: [ { q: "O que é o Facility Siting e por que ele importa?", a: "O Facility Siting (ou Estudo de Posicionamento) avalia se as edificações de uma planta industrial — salas de controle, escritórios, vestiários, refeitórios e outras áreas ocupadas — estão posicionadas a distâncias seguras das fontes de risco de processo. A norma API 752 estabelece os critérios para edificações permanentes; a API 753, para estruturas modulares e temporárias. O estudo é especialmente crítico após reformas de layout, expansões de planta ou identificação de novos cenários de risco em um HAZOP ou QRA." }, { q: "Como o estudo é conduzido?", a: "O estudo parte da modelagem de consequências dos cenários de acidente relevantes (dispersão tóxica, explosão VCE, jet fire, pool fire) para cada fonte de risco da instalação. Os resultados — zonas de sobrepressão, radiação térmica e concentração tóxica — são sobrepostos ao layout da planta, e o risco individual é calculado para cada edificação e área ocupada. O produto final inclui uma matriz de risco por edificação, comparação com os critérios de tolerabilidade da API 752/753 e recomendações priorizadas de mitigação ou relocação." }, { q: "Quando o Facility Siting é recomendado ou obrigatório?", a: "É recomendado sempre que: uma nova edificação for construída próxima a fontes de risco existentes; houver expansão ou modificação significativa do processo (MoC); a QRA ou o HAZOP identificar novos cenários de acidente não avaliados anteriormente; ou como parte de um programa de auditoria PSM. Para instalações que seguem OSHA 1910.119 ou as diretrizes do CCPS, o Facility Siting é um elemento explícito do sistema de gestão de segurança de processos." }, { q: "Quais são as medidas de mitigação tipicamente recomendadas?", a: "As recomendações podem incluir: reforço estrutural de edificações (blast-resistant design) para resistir às sobrepressões calculadas; relocação de edificações para fora das zonas de risco inaceitável; instalação de sistemas de detecção e alarme para evacuação rápida; revisão do layout de novas instalações ainda em projeto; e restrição de acesso ou limitação de permanência em áreas de risco elevado. A PSM Expert apresenta as opções ordenadas por custo-benefício e praticidade de implementação." }, ], }, ]; function BlockFaq({ items }) { const [open, setOpen] = React.useState(-1); return (
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Perguntas frequentes
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Serviços / QRA / Modelagens Avançadas
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As modelagens avançadas complementam a Análise Quantitativa de Riscos (QRA), aprofundando a estimativa de consequências dos cenários de acidente identificados. Podem ser contratadas de forma integrada ao QRA ou como estudo pontual.